4 de Junho de 2012

4. O que não gosto no Verão

Odeio melgas, o barulho que fazem e as picadelas.

3 de Junho de 2012

Desafio As Amantes do Verão

3. O que não pode faltar no meu Verão.

melancia

2 de Junho de 2012

Desafio As Amantes do verão

2. O verão numa cor

via



Desafio as Amantes do verão

1. O verão da minha infância...

fotografia daqui


O verão da minha infância seria os Verões da minha infância. Podia ser aqui, a terrinha que só me recebia uma vez por outra, podia ser a terra da minha tinha tia, do outro lado deste rio Tejo, onde também fui muito feliz. Mas o verão da minha infância, a que considero a minha infância e que está mais para adolescência é o verão da Figueira da Foz durante a década de 90.
No colégio onde cresci passávamos sempre um mês na Figueira. Foi lá que vi o mar pela primeira vez.
O verão da Figueira era o verão da esplanada onde vendiam as pulseiras que eu adorava, eram os passeios pelas ruas da cidade, era a feira popular, a praia pequenina junto à doca que se chama a  praia dos tesos e que sempre chamámos a praia do Conan nem sei bem porquê. Eram as tardes passadas a tostar ao sol, ao cuidado dos mais velhos ou das empregadas que perdiam a paciência connosco porque éramos uns verdadeiros índios e só fazíamos disparates. Era o circo que acampava sempre ali perto, os passeios de noite na praia, os banhos de noite na água que sempre achei gelada. Era o mundialito de futebol de praia, que na altura era uma grande acontecimento, era o bola 7 e o dia em que conheci o meu maior ídolo, o Eric Cantona que deu dois beijos nestas bochechas e foi um dos dias mais felizes da minha vida. Foram os anos de música terrível que adorávamos e que púnhamos a tocar numa jukebox no salão de jogos onde passei horas a jogar matrecos e Tekken e outros do género.
Eram as tardes no parque das abadias debaixo dos chorões - onde fiz alergia à relva - quando o tempo não dava para ir à praia e as chatices porque não queríamos ir para a praia enquanto não acabassem as Marés Vivas.
Eram os mas novos que ficavam numa casa à parte nas camaratas e eu, que sempre fui dos mais velhos mesmo sem ter idade para isso, ficava na cave do colégio da figueira. A cave escura mas onde nos divertimos tanto, onde haviam bichos e onde não dormimos durante uma noite inteira porque vimos uma centopeia. Eram as noites a comer melão e os gelados da cassata que eram logo ali na nossa rua. Era a missa ao domingo e mais tarde eram só os fins de semana porque os mais velhos ficavam em Coimbra a pintar a casa (e isso já dava outro verão e outras tantas aventuras). Era o reencontro com os colegas da escola porque (agora não sei como é) nessa altura a Figueira era uma Coimbra 2.
Era a altura em que as únicas preocupações que tínhamos eram fazer asneiras sem sermos apanhados e talvez a convicção que de iria ser assim para sempre.
Eram os Verões dos escaldões e do cheiro a mar. E tenho muitas saudades do verão da minha infância.

30 de Maio de 2012

Não aguento sustos assim


Cheguei a casa de manhã e ía tendo uma síncope, a vega tinha os beiços todos inchados, o corpo cheio de altos, ía entrando em pânico! Valeu-me a veterinária que é super querida e acalmou-me, disse-me que de certeza era uma alergia a uma picada de algum bicho, provavelmente uma abelha e para eu lá ir com ela o mais rápido possivel que ela precisava de uma vacina.
Lá fui eu com toneladas de nervos em cima e ela lá levou a vacina.
Cheguei a casa e achava que ela estava pior, nem queria comer uma bolacha o que é muito mau sinal, nunca tal tinha acontecido. Felizmente está a melhorar e, se tudo correr bem, não precisarei de la voltar.

29 de Maio de 2012

Ausência forçada



Lembraram-se de roubar o cabo dos telefones daqui da terrinha na madrugada de sábado. Só hoje voltámos a ter internet e telefone. Amanhã isto volta ao normal

25 de Maio de 2012

Já que este blog anda com tendências para a lamechice...


"Mas quando desvio meu olho do teu,
dentro de mim guardo sempre teu rosto
e sei que por escolha ou fatalidade,
não importa,
estamos tão enredados que seria impossível recuar para não ir até o fim (...)"
Caio F. Abreu